originell-betreut.org/usuario/eduardobastos/
    Você está em
  1. > Home
  2. > Usuários
  3. > eduardobastos
22 years, Bahia (BRA)
Usuário desde Maio de 2012
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Últimas opiniões enviadas

  • Eduardo Bastos

    Na minha primeira impressão eu não curti a temporada. Achei que fugiu da proposta sobre tecnologias e seus impactos na cultura, para se tornar uma série de terror/suspense feita para assustar. No entanto, percebi também que essa temporada está cheia de eastereggs,

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    e tem a intenção de conectar diversas tecnologias e empresas no mesmo universo “Black Mirror”. Não é a toa que a maioria dos episódios são sobre dispositivos colocados na cabeça ou dentro dela. Aparentemente, no universo que passa a série, as empresas alcançaram domínio do nosso cérebro, e conseguem duplicar consciência, visualizar percepções, coisas bem surreais. Mas tudo isso é aos poucos, assim como na realidade, afinal demorou pelo menos 15 anos pra sairmos de telefone fixo para os smartphones de hoje. Apesar da série nao temporalizar nada, é perceptível que algumas coisas permanecem no mesmo espaço de tempo ou um pouco mais avançados. O que prova isso é, por exemplo, a empresa TCKR do último episódio é a mesma de San Junipero. Tudo o que ela faz envolve entrar na consciência ou copiá-la. No ep Black Museum ela está fazendo testes de graça para pessoas em coma se comunicarem (se lembram que a velhinha de San Junipero tb estava em coma e se comunicava por um tablet mto doido?), e também consegue copiar a consciência da mulher, colocar no cérebro do marido e depois colocar nos ursinho (hello fim de Metalhead!!). Enfim, essa empresa aparentemente é uma filha da puta, e possivelmente pode ter sido a mesma que implantou a visão na Sara de Arkangel, pq as seringas são bem parecidas. Mas nem sei se dá pra afirmar, afinal pode tb ter sido outra empresa que estava desenvolvendo tecnologias na mesma área que a TCKR. Por fim, sinto que o principal tema abordado da temporada tenha sido a ação das empresas que criam essas tecnologias, e como elas fazem isso sutilmente e com apoio ou o não-questionamento popular. O futuro pode ser como Metalhead, com revolução das máquinas, a robô Sophia vai destruir o mundo. Isso é tão Black Mirror!

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Eduardo Bastos

    é um filme pra se ver prestando atenção a todos os dialogos. o espectador é inserido de imediato na trama, sem poder se ambientar aos personagens e nem ao que está em jogo. o filme pode parecer confuso, pois contém muitos nomes importantes que aparecem pouco em cena, mas estão extremamente presentes nos diálogos entre os personagens principais. Demonlover é um filme incrível, com sua estética única que só o início dos anos 2000 poderia nos dar, principalmente através da conectividade em múltiplos aparelhos que eram o ápice da tecnologia da época, e que se tornaram obsoletos rápido demais; além da trilha sonora sinistramente perfeita de sonic youth, q eh a cereja do bolo dessa porra.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.

Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.

Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade.